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Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

  • Tópico criado por: JoaoMB
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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 18/09/2020 às 20:15
    Autor: r2reis Offline

    Ferj e Prefeitura trabalham para liberar volta do público em Flamengo x Athletico, no dia 4
    Novas reuniões serão realizadas nos próximos dias para ajustar os detalhes
    Por O Dia

    Publicado às 17h34 de 18/09/2020 - Atualizado às 17h52 de 18/09/2020

    Rio - Ferj e Prefeitura do Rio anunciaram, nesta sexta-feira, que estudam a possibilidade de liberarem a volta dos torcedores aos estádios no dia 04/10, na partida entre Flamengo e Athletico-PR, no Maracanã, pelo Brasileirão. A capacidade do estádio será de apenas 30%. A decisão aconteceu após uma reunião com a presença do prefeito Marcelo Crivella, do senador Romário e do presidente da Ferj, Rubens Lopes.

    "Regras de ouro deverão ser seguidas. Teremos duas semanas para a Federação, os administradores do Maracanã e a vigilância sanitária se ajustarem. Maiores de 60 anos e menores de 12, por favor, fiquem em casa. Faremos um apelo à CBF para que o Maracanã seja uma alternativa à praia, que é um grande problema hoje no Rio por conta do grande número de pessoas sem máscara. Se o jogo for às 11h, será ótimo", declarou o prefeito Marcelo Crivella.

    "A intenção é fazer com o que o público retorne de forma segura. A possibilidade de voltar com o público no jogo do dia 4 (Flamengo x Athletico-PR) é grande, mas temos um trabalho de casa a fazer. Se conseguirmos isso até o fim do mês e a equipe da prefeitura entender que estamos dentro das normas de segurança, voltaremos com o público ao estádio, no nível de 30% de sua capacidade total", disse Rubens Lopes, presidente da Ferj.

    Além do Rio, outros estados também podem voltar a ter público em breve. Na última semana, a CBF enviou ao Ministério da Saúde um estudo para o retorno gradual dos torcedores aos estádios.

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 25/09/2020 às 20:36
    Autor: r2reis Offline

    Especialistas indicam que crianças devem ficar no fim da fila da vacina de covid-19
    Grupo de menor risco para o novo coronavírus entrou há pouco tempo em testes clínicos pontuais
    Por ESTADÃO CONTEÚDO

    Publicado às 15h35 de 25/09/2020 - Atualizado às 15h35 de 25/09/2020

    Rio - Quando uma vacina segura e eficaz contra a covid-19 estiver disponível à população, é provável que apenas os adultos sejam imunizados primeiro. As crianças, grupo de menor risco para o novo coronavírus, entraram há pouco tempo em testes clínicos pontuais - dos quatro autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), apenas um engloba pessoas a partir de 16 anos. Por isso, especialistas ouvidos pelo Estadão afirmam que poderá levar meses para que crianças e adolescentes sejam vacinados. Há quem diga que o imunizante para eles possa chegar somente depois de 2021.

    No Brasil, entre os testes clínicos autorizados, o que engloba participantes mais jovens é o produzido pela Pfizer com a BioNTech, que vai avaliar o produto em adolescentes a partir dos 16 anos e adultos. Já a vacina da Universidade de Oxford e da AstraZeneca incluiu idosos e crianças de 5 a 12 anos nos testes de fase 2 apenas no Reino Unido. Aqui, a farmacêutica informou que "a prioridade atual é reunir evidências sobre o potencial da vacina para proteger as populações mais vulneráveis a resultados graves".

    "A inscrição de crianças começará assim que dados suficientes forem reunidos em adultos, indicando que a AZD1222 tem potencial para ser segurae protetora em crianças", disse a empresa. O mesmo caminho vai seguir o Instituto Butantã, que tem feito testes no País de um imunizante da chinesa Sinovac. O centro de pesquisa brasileiro vai aguardar os resultados de estudos clínicos em 552 voluntários saudáveis com idade entre 3 e 17 anos na China, que devem começar este mês. Só depois será definido se e como as crianças serão incluídas aqui.

    No caso da vacina produzida pela Johnson&Johnson, também no Brasil, o estudo clínico de fase 3, cujo início foi anunciado quarta-feira, vai avaliar a segurança e a eficácia do produto em cerca de 60 mil adultos com idades acima de 18 anos. Ainda não há informações sobre a inclusão de crianças nos testes.

    Pensar em uma vacina para esse público exige certo cuidado, porque crianças não são simplesmente adultos em miniatura. Elas podem ter resposta imunológica diferente dos mais velhos e precisar de doses diferentes também. Especialistas afirmam que, no caso do imunizante contra a covid-19, os dados epidemiológicos e os primeiros achados sobre os impactos da doença nortearam as pesquisas. Desse modo, o foco está nos grupos com mais risco de complicações, situação que não contempla as crianças.

    "Em geral, essas fases de pesquisa focam nos grupos mais vulneráveis para determinada doença, mas, para chegar ao grupo, a pesquisa precisa de dados epidemiológicos que vão guiar para faixas etárias. Para covid, epidemiologicamente, são os idosos e profissionais da saúde, mas, na primeira fase, que tem abordagem inicial para avaliar a segurança e eficácia, os voluntários são adultos, jovens e saudáveis", explica Juarez Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

    Isso não quer dizer, porém, que os estudos com crianças não devam ser realizados. "É importante ter braços de pesquisa que apliquem nas crianças. Esta é uma doença nova. Com o retorno às aulas e a mobilidade, podemos ver o que não vimos com as crianças fora da escola."

    Para Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a imunização das crianças pode demorar. "As crianças não serão prioridade porque não adoecem com mais gravidade do que outros grupos e não transmitem com mais frequência."

    Em nota, o Ministério da Saúde informou que os grupos prioritários para vacinação contra a covid-19 estão sendo estudados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). A Anvisa informou que ainda não recebeu pedido de autorização para estudos clínicos em crianças. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 30/09/2020 às 20:38
    Autor: r2reis Offline

    Vacina tríplice viral pode frear agravamento da Covid-19, indica pesquisa preliminar da UFSC
    Em entrevista ao GLOBO, coordenador do estudo avalia que vacina pode oferecer proteção temporária até a descoberta de um imunizante eficaz contra o coronavírus
    Johanns Eller
    30/09/2020 - 17:58 / Atualizado em 30/09/2020 - 20:06


    RIO - Resultados preliminares de uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) apresentados nesta quarta-feira indicam que a vacina tríplice viral pode oferecer uma proteção temporária contra a Covid-19. A pesquisa, que começou há 45 dias e será concluída em dezembro, avaliou 400 profissionais de saúde voluntários na primeira fase. Os pesquisadores observaram que, entre os que testaram positivo para o Sars-CoV-2, 83% permaneceram assintomáticos.

    Os ensaios clínicos são randomizados e contaram com o chamado duplo-cego, ou seja, nem os cientistas nem os voluntários sabiam quem recebeu a vacina ou o placebo no momento da inoculação. Por isso, os autores concluíram que o índice daqueles que não desenvolveram sintomas entre os que não receberam o imunizante caiu para 50%.

    Os próprios pesquisadores reconhecem que ainda há um percurso até a conclusão dos trabalhos para comprovar ou não se a tríplice viral oferece alguma proteção contra o novo coronavírus. A aposta na tese da vacina, conhecida há mais de meio século, se baseia na premissa de que a fórmula protege contra outras infecções para além do sarampo, caxumba e rubéola, o que já foi comprovado por estudos no passado.

    A chave está nos imunizantes com base em micro-organismos atenuados, que ativam uma resposta celular e humoral usualmente mais forte. A ideia é, portanto, confirmar se o mesmo pode ocorrer com a Covid-19.

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    Em entrevista ao GLOBO, o professor de Medicina da UFSC e coordenador e pesquisador dos ensaios clínicos com a tríplice viral, Edison Natal Fedrizzi, estimou que a proteção pode durar de 8 a 12 meses e servir como uma imunidade parcial até uma vacina contra a Covid-19 chegue ao mercado, caso a fórmula de fato reduza a carga viral e atenue as chances de agravamento da doença.

    Fedrizzi enfatizou que a alternativa da velha conhecida do Programa Nacional de Imunização brasileiro não substituirá um eventual imunizante contra o Sars-CoV-2 comprovadamente eficaz e seguro.

    Por que começar pela tríplice viral? O que moveu a bússola do grupo de pesquisa?

    Quando apareceu a Covid-19, com a mortalidade acima do que estávamos esperando, questionamos: será que não há uma vacina pronta que melhore? Encontramos várias pesquisas, algumas antigas, outras mais recentes, com uma evidência muito forte da redução de mortalidade infantil, infecções respiratórias e do trato intestinal em crianças submetidas a algumas vacinas.

    Chegou-se à conclusão de que algumas vacinas, que chamamos de micro-organismo atenuado (na qual ele está vivo na vacina, mas não com a capacidade de adoecer o paciente), estimulavam o sistema de defesa, diferentemente de outras (como as que usam vírus inativado ou partes da cápsula viral), consideradas mais seguras. Além da produção de anticorpos, elas estimulam uma fase do sistema de defesa que chamamos de imunidade inata. Ela é a primeira barreira de proteção contra qualquer tipo de infecção. Essas vacinas tinham a capacidade de amplificar essa proteção de uma forma geral contra outras infecções.

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    Quais eram elas?

    Esses estudos foram comprovados para a tríplice viral, foi visto o mesmo com a BCG e a vacina oral da poliomielite. O segredo é que a imunidade inata produzida pelos anticorpos dura anos, durante toda a nossa vida, já o estímulo das vacinas dura um tempo limitado. No mês passado saiu um estudo americano observacional indicando que marinheiros vacinados com a tríplice viral não desenvolveram a Covid-19 como os que não a receberam. Isso também foi um incentivo para a nossa equipe.

    Quais os objetivos do grupo até a conclusão dos ensaios, em dezembro?

    Avaliar se a vacina tríplice viral protege contra a Covid-19 ao menos por um tempo. Ela não substituiria uma vacina específica contra o novo coronavírus. Queremos proteger a população até termos um imunizante disponível no mercado para reduzir os casos e óbitos. Para isso, precisamos vacinar e avaliar quem contraiu ou não a doença. Vamos começar essa etapa no fim de outubro. Mas houve um percentual muito alto desses profissionais de saúde que estavam infectados logo no começo do estudo, 5,6%. Entraram, assintomáticos, mas o RT-PCR indicou que tinham o vírus. Entre os positivos que receberam a vacina, 83% deles permaneceram completamente assintomáticos. Quando observamos o grupo placebo, infectado no mesmo momento, esse índice caiu para 50%. É estatisticamente significativo, mostrou que alguma coisa positiva aconteceu após a vacina.

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    Houve critérios para a seleção?

    Excluímos os que tinham anticorpos contra o Sars-Cov-2. Outro critério foi não ter nenhum sintoma de Covid-19.

    Essa premissa funcionaria para quem já foi vacinado há muito tempo? Uma segunda dose seria necessária?

    As pessoas que receberam uma dose tiveram essa proteção naquele período (de 8 a 12 meses). Aquela imunidade inespecífica não existe mais. A recomendação seria que tomassem mais uma dose. Nosso estudo trabalha justamente com duas doses, com reforço da imunidade e para aumentar a prevenção contra a doença. A última campanha (de vacinação) foi em março, a nossa orientação é que não fará mal nenhum tomar novamente. Isso estimularia a primeira etapa de defesa, e está protegendo pelo menos contra as infecções conhecidas da vacina.

    Como isso funcionaria, caso a tese seja comprovada?

    A ideia seria vacinar toda a população. Muitos que contraem a Covid-19 são assintomáticos (e transmitem), por isso não poderíamos nos prender aos sintomáticos. Outubro será o mês de conscientização da vacinação, até porque houve uma queda importante nos índices. Dentro dessa campanha está justamente a vacina de tríplice viral pensando no sarampo. Agora temos um motivo a mais para fazer isso e, quem sabe, consigamos também prevenir a infecção da Covid-19. Esse período de 8 a 12 meses seria suficiente para termos no mercado uma vacinação específica contra a Covid-19 para a população brasileira, dando tempo para a conclusão dos estudos, sem atropelar etapas.

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    Vocês mediram a carga viral dos voluntários?

    Não fizemos uma avaliação de carga viral, porque tínhamos como embasamento um estudo (da Universidade de Oxford) que mostrou a relação entre a gravidade da Covid-19 e a carga viral nas vias aéreas. Nossa visão é que, se atenuarmos o agravamento (com a tríplice viral), conseguiremos, provavelmente, diminuir a carga viral e melhorar o sistema de defesa de modo a não permitir que a doença progrida. Como não temos ainda uma verba suficiente e infraestrutura de uma avaliação para a carga viral, participamos desse estudo. Fizemos uma avaliação clínica da doença.

    Quantos participantes os trabalhos terão, ao todo?

    Nosso objetivo é incluir 1.500 voluntários em sete cidades estratégicas do estado de Santa Catarina, com um número importante de infectados. Por enquanto conseguimos viabilizar o nosso centro aqui na UFSC. Existem vários exames que gostaríamos de poder fazer, mas não temos os recursos. As universidades têm muita dificuldade porque não temos os orçamentos disponíveis quando nós precisamos. O trabalho só foi possível por causa da Fapesc. Eles nos forneceram um financiamento possível para comprar o estudo. E aí estamos sempre, nossa pesquisa está andando, mas estou à caça diariamente de editais para poder dar continuidade aos estudos da vacina.

    Se o estudo validar a tríplice viral, quais serão as implicações para o combate à Covid-19 no mundo?

    No início da pandemia eu questionei: como que, em pleno século XXI, com todo o avanço tecnológico e científico, caímos por conta de uma infecção viral? Claro que, no princípio, acreditávamos que era um vírus pesado, mas fomos pegos de surpresa por uma infecção. Se conseguirmos comprovar que a tríplice viral protege contra a Covid-19, isso é uma carta na manga que teremos no futuro. Se acontecer novamente uma outra epidemia ou pandemia, enquanto não tiver outra solução, vamos usar elementos que já foram comprovados cientificamente em algum momento no futuro.

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 05/10/2020 às 19:48
    Autor: r2reis Offline

    Brasil inicia testes com vacina BCG na prevenção ao coronavírus
    Durante os próximos dois meses, pelo menos mil profissionais de saúde serão recrutados e vacinados
    Por ESTADÃO CONTEÚDO

    Publicado às 18h50 de 05/10/2020 - Atualizado às 18h52 de 05/10/2020


    Rio - O Brasil, começou nesta segunda-feira, a etapa de testes clínicos para avaliar se a vacina contra o bacilo Calmette-Guérin (BCG), originalmente usada contra a tuberculose, também é eficaz para evitar o contágio ou as formas graves da covid-19. Participam dessa fase de testes o Hospital Pedro Ernesto, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e o Hospital Municipal Francisco Moran, em Barueri (Região Metropolitana de SP).

    Durante os próximos dois meses, mil profissionais de saúde serão recrutados e vacinados. Depois serão monitorados pelo período de seis meses a um ano, para a coleta de dados. Caso fique comprovado que essa vacina ajuda a combater a covid-19, ela poderá ser oferecida à população.

    Segundo os pesquisadores, porém, não se trata de uma substituta para a vacina contra o coronavírus - seria um novo meio de tentar combater a covid-19 enquanto a vacina própria não for descoberta e aplicada em larga escala.

    Para a abertura dessa fase de testes, o titular do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), ministro Marcos Pontes, participou de cerimônia no Hospital da UFRJ nesta segunda-feira (5). Para esse projeto, o MCTI investiu R$ 1 milhão em recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) na compra de insumos para a execução das rotinas clínicas e laboratoriais e equipamento de informática para registro e análise de dados.

    Também houve composição e capacitação da equipe para executar o estudo. "Essa é uma das formas de o Ministério ajudar no combate à covid-19", afirmou o ministro. A BCG é uma vacina aplicada nas crianças logo após o nascimento, para prevenir formas graves de tuberculose.

    No Brasil, é obrigatória desde 1976. A investigação sobre a eficácia da BCG no combate ao coronavírus partiu da constatação de que países onde a vacina é aplicada frequentemente apresentaram menor incidência de covid-19 em comparação com países que suspenderam o uso da BCG universal (devido à ausência de casos de tuberculose), como os Estados Unidos, a Espanha e a Itália.

    Sendo obrigatória desde 1976, a BCG já foi aplicada a boa parte da população brasileira. Apesar disso, caso o estudo indique a eficácia da vacina contra a covid-19, ela deve ser aplicada novamente. "Essa vacina pode ter um efeito mais efetivo nos anos subsequentes à sua aplicação. A revacinação traria uma nova carga de estimulação para o sistema imunológico", afirmou a coordenadora da pesquisa, Fernanda Mello, que é professora de Tisiologia e Pneumologia do Instituto de Doenças do Tórax da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

    Ela ressaltou, porém, que, mesmo se os resultados indicarem a eficácia da BCG, essa vacina não vai encerrar a pesquisa por uma específica para a covid-19.

    Testes

    O ministro também participou da inauguração do laboratório de campanha para testes diagnósticos no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo o coordenador do laboratório, Amílcar Tanuri, ele terá capacidade de realizar 300 testes moleculares, do tipo PCR, por dia.

    Embora seja focado em testes moleculares, o laboratório também pode realizar exames sorológicos e antigênicos. Ao todo, a rede de laboratórios de campanha terá 13 unidades por todo o Brasil, resultado do investimento de R$ 35 milhões do MCTI.

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 05/10/2020 às 19:53
    Autor: r2reis Offline

    Especial de South Park sobre pandemia será exibido no Brasil
    Comedy Central irá exibi-lo na próxima segunda-feira
    Por ESTADÃO CONTEÚDO

    Publicado às 19h07 de 05/10/2020 - Atualizado às 19h16 de 05/10/2020


    imagem


    South Park - Divulgação

    Rio - A animação South Park retratou a pandemia do novo coronavírus em um especial de uma hora lançado nos Estados Unidos em 30 de setembro. No Brasil, o canal Comedy Central irá exibi-lo na próxima segunda-feira, 12, às 23h.

    South Park Especial de Pandemia mostra como a pandemia do novo coronavírus afetou a fictícia South Park. Mantendo o tom de humor tradicional da animação, o enredo fala sobre o "novo normal" no local.

    Junto com o anúncio da exibição, o canal Comedy Central também publicou algumas cenas do especial, com paródias sobre o home office, a necessidade do uso de máscara e também a volta às aulas durante a pandemia. "O mundo está tão maluco que parece um episódio de South Park", brinca a prévia.

    South Park é uma das animações mais antigas ainda em exibição nos Estados Unidos. Ela foi lançada em 1997 e já possui 23 temporadas. A produção mostra as aventuras, em algumas situações bizarras, dos amigos Stan Marsh, Kyle Broflovski, Eric Cartman and Kenny McCormick. A temporada mais recente foi lançada em 2019.

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 11/10/2020 às 23:06
    Autor: tocantinensedepalmas Offline

    Estou c essa Covid. Eh terrível.

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

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    Postado em: 15/10/2020 às 20:07
    Autor: r2reis Offline

    CNN Brasil: 30 jornalistas testam positivo para covid-19 essa semana
    Todos foram afastados de suas funções
    Por iG

    Publicado às 09h37 de 15/10/2020 - Atualizado às 11h53 de 15/10/2020

    Rio - Recentemente Gabriela Prioli, Monalisa Perrone e Leandro Karnal foram foram diagnosticados com o novo coronavírus (Sars-coV-2). Segundo Fefito, o fato não foi recebido com temor nos bastidores da CNN Brasil. Por isso, vários jornalistas foram submetidos a testes.

    Para desespero do canal, cerca de 30 funcionários obtiveram resultados positivos para Covid-19. Todos foram afastados de suas funções. Entre os que receberam a má notícia estão produtores, editores e uma apresentadora, Taís Lopes, que comanda o "Jornal da CNN".

    Por mais que alguns destaques da emissora já tenham testado positivo para Covid e se recuperado - como Mari Palma -, nunca se viu tantos casos de uma só vez nos bastidores de um canal.

    Procurada pelo colunista, a CNN Brasil afirmou que segue cumprindo protocolos desde o início da pandemia com "medição de temperatura, uso de álcool em gel, máscara na redação, profissional de saúde no local e outras medidas de distanciamento".

    A direção tenta agora entender que brecha permitiu a contaminação. Em outros canais, também foram confirmados casos de Covid-19 nos bastidores. Na Globo, por exemplo, o elenco de "Amor de Mãe" foi altamente afetado, Vladimir Brichta, Rodrigo Simas e Adriana Esteves precisaram se afastar das gravações por causa da doença.

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    Operadora
    Postado em: 19/10/2020 às 20:58
    Autor: r2reis Offline

    Brasil confirma 1º caso de animal doméstico infectado pelo coronavírus
    Caso é de uma gata de propriedade de uma família diagnosticada com a doença
    POR ESTADÃO CONTEÚDO
    Cuiabá - Com quase 27 mil casos de covid-19 confirmados, a capital de Mato Grosso, Cuiabá, registrou o primeiro teste positivo da doença em um animal doméstico no Brasil. O caso é de uma gata de propriedade de uma família diagnosticada com o novo coronavírus. O animal não apresenta sintomas e segue em isolamento domiciliar com seus tutores.

    O teste foi realizado na semana passada pela pesquisadora e professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Valéria Dutra, que atua no diagnóstico de pacientes com covid-19 no Hospital Universitário Júlio Muller (HUJM). Após passar pelos exames de sorologia e PCR, a gata teve a doença confirmada. O animal convive em uma residência com um casal e uma criança já infectados pelo novo coronavírus.

    "Ainda não se sabe como funciona a contaminação de animais e a possibilidade de transmissão para outras espécies ou seres humanos. É tudo muito novo e seguimos realizando testes para descobrir. O que temos confirmado é que a gata convivia com a família infectada, não apresenta qualquer sintoma e segue em isolamento com eles", acrescenta Valéria.

    Há cerca de dois meses, a veterinária faz a coleta de amostras de cães e gatos de pessoas contaminadas pela covid-19 e tratadas no HUJM. Até o momento, já foram realizados 14 testes, sendo o da gata o primeiro confirmado. A pesquisadora segue acompanhando um segundo caso suspeito, em Várzea Grande, cujo material já foi encaminhado para confirmação.

    Com a confirmação, a UFMT passará a fazer parte de um grupo de pesquisas do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que investiga a covid-19 em animais domésticos. Pesquisadores de Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Recife (PB), e São Paulo (SP) participam do projeto. A pesquisa é coordenada pelo professor e pesquisador Alexander Biondo, que elogiou o trabalho executado pela UFMT ao identificar o primeiro caso confirmado da doença no país.

    "Isto demonstra que a vigilância de animais domésticos em Cuiabá é muito maior a de outras cidades do País, com um número mais expressivo de casos confirmados da covid-19 em seres humanos. O nosso trabalho agora é descobrir a capacidade de infecção, permanência do vírus no organismo e transmissão dos animais. O que sabemos é que gatos são mais suscetíveis que cães e que há histórico de transmissão para outros felinos, mas não para humanos", explica Alexander.

    Os pesquisadores ressaltam que os casos de covid-19 em animais domésticos são raros e que, por isso, não há razões para abandono ou sacrifício das espécies. Eles reforçam ainda que a possibilidade de transmissão da doença pelos animais também não está confirmada e que em geral, os bichos são assintomáticos, assim como as crianças.

    "O objetivo da pesquisa é justamente demonstrar a raridade da contaminação e transmissão de animais e a importância dos cuidados que os humanos devem ter com seus bichos quando já foram contaminados pelo novo coronavírus", destaca Alexander.

    "O animal não é o vilão nesta história. Se ele fez parte da cadeia de transmissão por conviver com humanos contaminados, deve ser ainda mais protegido e cuidado", aponta a veterinária Valéria Dutra. A família proprietária da gata diagnosticada com covid-19 em Cuiabá informou por meio da médica, que não deseja se manifestar publicamente sobre o caso.

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 27/10/2020 às 13:40
    Autor: tocantinensedepalmas Offline

    Fiquei 4 dias internado em UTI, por causa desta Covid.

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 27/10/2020 às 21:25
    Autor: r2reis Offline

    Sala de maquiagem da CNN Brasil seria foco de surto de covid-19 na emissora
    Jornalistas e radialistas pedem uma série de providências

    POR O DIA
    Publicado 27/10/2020 08:49 | Atualizado 27/10/2020 12:16
    São Paulo - A sede da CNN Brasil, em São Paulo, passa por um surto de covid-19. A informação é do colunista Maurício Stycer, do "Uol". Os jornalistas e radialistas da emissora se mobilizaram pedindo uma série de providências. Mas, segundo o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo disse ao colunista, a emissora "tem ignorado a maior parte delas". A CNN afirma que a situação está controlada.

    Ainda de acordo com Stycer, em duas semanas, houve mais de 30 casos de profissionais infectados. Monalisa Perrone, Gabriela Prioli e Leandro Karnal são alguns dos nomes que receberam diagnóstico positivo para o novo coronavírus.

    Em assembleia virtual, os jornalistas pediram à direção da emissora a testagem de todos os trabalhadores. O afastamento de todos que tiveram contato com pessoas infectadas também foi solicitado. De acordo com a denúncia, a sala de maquiagem utilizada por uma âncora infectada se tornou "vetor de contaminação, fazendo com que a covid-19 tenha atingido ao menos dez apresentadores e analistas, além de maquiadores, camareiras e a chefe do figurino. Daí o vírus espalhou-se para a redação, atingindo editores".
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    A CNN Brasil emitiu um comunicado em que afirma estar tomando medidas para enfrentar a pandemia e proteger seus funcionários.
    "Na semana retrasada, a CNN Brasil registrou um pico isolado de casos de Covid-19 entre seus funcionários e colaboradores em sua sede em São Paulo, conforme noticiado e confirmado pela empresa. Apesar de ser impossível uma conclusão definitiva, os médicos do trabalho que assessoram a CNN acreditam que o pico ocorreu em um dos camarins da emissora, apesar de todas as medidas de precaução adotadas. A área foi isolada e submetida a desinfecção e todos os funcionários do setor, afastados por segurança.

    A CNN Brasil adota, desde o primeiro dia de sua operação, um sólido conjunto de medidas de proteção, seguindo protocolos dos governos municipal, estadual e federal, além de contar com o respaldo de uma equipe de médicos especialistas.

    Entre as medidas destacamos o afastamento de todos que fazem parte de grupos de risco para a Covid-19. Por exemplo, o jornalista William Waack, um dos principais nomes da emissora, por ter mais de 60 anos, trabalha de casa desde a primeira semana de operação da CNN. A medida foi tomada por iniciativa da emissora, tanto no caso dele, quanto nos demais afastados.

    Realizamos também o afastamento preventivo de todos os que apresentem sintomas compatíveis com a Covid-19 ou que tenham contato próximo com pessoas infectadas, seja na empresa, seja na própria família. Todos realizam testes custeados pela empresa. Essa tem sido a política desde o início das operações.

    Também realizamos a limpeza e desinfecção de todos os ambientes da empresa com o Peroxid 4D, produto indicado para desinfecção hospitalar, que tem sua eficácia comprovada contra o COVID-19. O produto passou por testes alinhados aos protocolos da Organização Mundial da Saúde. Seguimos as orientações de aplicação do manual de higiene e limpeza para serviços de saúde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

    Garantimos também o fornecimento de máscaras descartáveis, distribuição de álcool em gel nas mesas, distanciamento das estações de trabalho, medição de temperatura e saturação de oxigênio diária de toda a equipe, disponibilização de enfermeiros no ambiente de trabalho e acompanhamento médico personalizado para todos os casos suspeitos ou comprovados de Covid-19.

    Além disto, foram feitas várias campanhas com orientações sobre os cuidados a serem tomados por todos, como a utilização de máscaras durante o expediente. Estas orientações, além de serem enviadas por comunicado eletrônico, foram afixadas em diversos pontos da empresa.

    A CNN Brasil sempre foi diligente em tomar todas as medidas possíveis para garantir a segurança de seus funcionários. Por isso mesmo, passamos várias semanas sem nenhum caso da doença. Enfrentar a COVID-19, uma das pandemias mais contagiosas que se tem notícia, é um desafio de todo o planeta, que já contabiliza mais de 40 milhões de casos confirmados.

    Quando houve o registro dos casos na semana retrasada, as medidas de higienização e testagem foram intensificadas. A aplicação do Peroxid 4D passou a ser feita a cada duas horas em toda a empresa. Foram submetidos a exame todos os que tiveram contatos com algum dos positivos. Foram mais de 130 exames realizados, a maioria absoluta com resultados negativos. Isso mostra que houve um pico de contaminação, mas que as medidas adotadas surtiram efeitos. A situação está controlada.

    A CNN Brasil trata o assunto com transparência. Ninguém tem o poder de interromper a pandemia. O que temos a obrigação de fazer, e fazemos, é trabalhar para reduzir ao máximo as possibilidades de transmissão".


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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 30/10/2020 às 03:22
    Autor: anilaa Offline

    Em 27/10/2020, tocantinensedepalmas escreveu:

    Fiquei 4 dias internado em UTI, por causa desta Covid.




    Nossa

    Mas agora vc está bem?

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    Coronavírus (COVID-19) Tudo sobre a pandemia. Discuta aqui:

    Operadora
    Postado em: 4 horas atrás
    Autor: Drausio Offline

    só pesquisar pela internet mesmo, o Datena fala bastante sobre o Coronavírus no programa dele, mas eu acho a imprensa brasileira no geral, muito sensacionalista, por isso eu procuro pesquisar as notícias por conta própria, o facebook informa muito bem as novidades sobre o vírus, sem muito alarde, esse vírus tem que tomar muito cuidado, ele derruba mesmo a pessoa, muito pior que gripe, não é só uma gripizinha, mas a hidroxicloroquina e a azitromicina resolvem mesmo, estou tratando meu pai do Covid, e estou vivendo a experiência de que esses medicamentos resolvem mesmo a doença. Saudações e ótimas pesquisas.

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