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Noticias da Netflix

  • Tópico criado por: Phoenix60
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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 20/09/2018 às 07:33
    Autor: Phoenix60 Offline

    Netflix tem 18% do mercado de assinatura de streaming do país

    Levantamento é da Business Bureau, e
    indica também que pirataria corresponde
    a 19% do mercado nacional de TV paga

    A Netflix é o aplicativo mais usado do país por quem deseja assistir a conteúdo pago no Brasil. Mapeamento da consultoria Business Bureau indica que a plataforma tem 18% de fatia de mercado das OTTs de assinatura de streaming de vídeo.

    O segundo colocado, Globo Play, fica muito atrás, respondendo por apenas 4% do mercado. Telecine Play e Sky Online têm cada, 3% do mercado. Os 72% restantes do mercado estão pulverizados em diferentes plataformas, que não chegam aos percentuais das maiores já mencionadas.

    O mesmo levantamento indica que há no país 78 plataformas OTTs, capazes de transmitir 139 canais ao vivo, ou com repositórios de mais 72 mil filmes e 12,9 mil séries.

    Com isso, o cenário brasileiro das OTTs pagas parece menos maduro que o mexicano. Lá, Netflix tem 20%, seguida de Claro Video, com 9%, e o restante das 94 plataformas OTT existentes possuem 71% do mercado.

    Também Chile e Argentina têm mais plataformas em operação. São 88 no primeiro, e 99 no segundo. Em ambos, Netflix domina, com mais de 25% do mercado.

    Na América Latina, há 253 plataformas OTTs em funcionamento, com 624 canais ao vivo, 294 mil filmes, 53,9 mil séries. O Netflix tem 18% do mercado, o Claro Vídeo, 4%, e HBO Go, 3%.


    TV Paga

    O Brasil continua a ser o país da América Latina com maior número de assinantes de TV. São 24,9 milhões, ante 22,4 milhões no México, ou 11 milhões na Argentina. Mas a penetração não chega perto da vista dos vizinhos. No México, a cifra é de 69%, e na Argentina, 78%. Na América Latina, são 90,26 milhões de assinantes de TV, e média de 51% de penetração.

    Vale destacar que os dados diferem dos divulgados pela Anatel, uma vez que a consultoria também acrescenta OTTs, subnotificações por parte das empresas e estimativa de acessos piratas.

    A pirataria no Brasil detém nada menos que 19% do mercado de TV por assinatura, pelos cálculos da consultoria - mais, portanto, que a Netflix. No México, equivale a 6%. Na Argentina, a 15%. Na média, na América Latina, a pirataria tem 13% do mercado.


    [Telesíntese]


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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 20/09/2018 às 07:35
    Autor: Phoenix60 Offline

    Netflix, TV Paga e a explosão do streaming

    Já é de 8% o número de residências brasileiras que possuem assinatura de algum serviço de streaming. É o que diz uma pesquisa internacional da empresa americana Ampere Analysis, apresentado em julho durante o Pay TV Fórum, em São Paulo. Não é pouca coisa: esse índice é de 13% nos EUA, o mercado mais maduro do mundo. Netflix, claro, é o serviço mais utilizado, já somando 10 milhões de assinantes no Brasil, segundo a mesma pesquisa.

    Esse total já supera o número de usuários das principais operadoras de TV por assinatura: Net/Claro, com 8,9 milhões de assinantes, e Sky (5,2 milhões), segundo os dados mais recentes da Anatel. Somando todos os serviços de video-on-demand (YouTube, Amazon, Globo Play etc), cerca de 15 milhões de brasileiros já são adeptos do streaming, com estimativa de dobrar esse número nos próximos três anos.

    Embora os dois tipos de serviço - TV paga e streaming - não sejam necessariamente excludentes (é grande a proporção de pessoas que utilizam ambos), o fato é que a crise econômica os coloca como francos concorrentes. Nos últimos 12 meses, diz a Anatel, nada menos do que 625 mil famílias saíram das carteiras da operadoras, seja por opção própria ou por inadimplência (a maioria). Essa redução já vinha ocorrendo desde 2015, mas agora, com a maior oferta de streaming, está se acentuando.

    É uma tendência mundial, contra a qual não há o que fazer. Não é por acaso que o maior grupo de mídia brasileiro está mudando sua estratégia, TV+web: a nova estratégia da Globo.


    [Blog do Orlando Barrozo]


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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 20/09/2018 às 07:38
    Autor: Phoenix60 Offline

    Netflix faz sete anos no Brasil e ganha concorrência no streaming

    Globoplay lança The Good Doctor,
    Amazon Prime Video tem Jack Ryan
    e Now aposta em The Handmaids Tale

    Na primeira semana de setembro, enquanto a Netflix completava sete anos no país, três concorrentes dispararam campanhas publicitárias simultâneas de novas séries estrangeiras.

    A Globoplay lançou "The Good Doctor", a sua maior atração em quase três anos de streaming. A Amazon Prime Video saiu com a estreia mundial de "Jack Ryan", e o serviço online Now, ligado à operadora de TV paga Net, apostou em "The Handmaids Tale" (O Conto da Aia).

    Nesta semana, a Netflix passou a dividir os mesmos espaços publicitários com anúncios da série "Maniac", que estreia no próximo dia 21.

    O streaming ou SVOD (vídeo por demanda com assinatura, na sigla em inglês) agora é território disputado também no Brasil. Até a Record tem seu aplicativo, lançado há um mês, o PlayPlus.

    De acordo com o consultor britânico Guy Bisson, da Ampere Analytics, esse é "um grande fenômeno" já observado em diversos outros mercados, apelidado de "stacking" ou empilhamento.

    "Conforme cresce mais e mais a oferta, conforme os grupos locais fortalecem os seus catálogos, você vê os domicílios agrupando serviços, fazendo os seus próprios pacotes de televisão", diz
    ele.

    Além da Amazon, que segue o rastro global da Netflix, também se estabeleceram serviços de âmbito nacional como o Hulu nos Estados Unidos, o Maxdome na Alemanha e o Infinity na Itália, todos ligados a grupos de televisão.

    Bisson prevê que o mesmo aconteça, "com certeza", em mercados emergentes como o Brasil. "Vemos concorrência forte onde existem, por trás do serviço de SVOD, emissoras fortes de televisão, com acesso a conteúdo local."

    No Brasil, a aposta mais alta na concorrência com a Netflix está sendo feita pela Globoplay. Em janeiro, o Grupo Globo refez toda a sua estratégia, deslocando o executivo João Mesquita para concentrar as diferentes iniciativas em streaming.

    Até então a Globoplay era "uma ferramenta puramente de catch up da grade da TV Globo", ou de recuperação da programação linear, segundo Mesquita, e "o grupo decidiu apostar nela como ponto de partida para um SVOD, mas numa ótica mais agressiva que a tradicional".

    O lançamento da série "The Good Doctor" na plataforma, marcando o início do novo projeto formatado ao longo do primeiro semestre, foi precedido promocionalmente pela transmissão dos dois primeiros episódios na nova sessão de filmes da TV Globo, denominada Globoplay.

    Paralelamente, agora com catálogo maior e produções estrangeiras, o serviço já avisou aos assinantes do aumento da mensalidade, de R$ 15,90 para R$ 18,90, mais perto dos R$ 19,90 da Netflix.

    Um dos maiores desafios da Globoplay, para Mesquita, será agora "convencer o consumidor brasileiro de que se trata de um serviço pelo qual vale a pena pagar, para ver conteúdos exclusivos".

    Também quase ao mesmo tempo, o grupo anunciou a criação de uma unidade de "inteligência digital" para administrar os dados de clientes de todas as áreas -- com destaque precisamente para os 20 milhões de usuários únicos que a Globoplay teria registrado em julho.

    No comando da nova unidade, entrou Eduardo Schaeffer, ex-diretor-geral da plataforma Zap. Há três semanas, num evento público em São Paulo, ele detalhou estar buscando uma "grande transformação" para o grupo como um todo, "porque os concorrentes mudaram".

    Agora eles são "empresas de tecnologia que atuam no ambiente de mídia e conseguem grande sucesso, porque têm modelos de negócio competitivos". Sua tarefa será mostrar "como usar dados para chegar a quem interessa", aos usuários do grupo, como fazem os concorrentes tão bem-sucedidos.

    E o seu principal trunfo, acrescentou, é ser "a empresa privada com a maior abrangência do Brasil, perdendo eventualmente apenas para os Correios, em número de cidadãos impactados".

    Mesquita, falando antes do lançamento de "The Good Doctor", referiu-se aos 20 milhões de usuários da Globoplay -- por enquanto voltados na maioria ao "catch up", sem precisar assinar, só cadastrar -- novamente como um ponto de partida.

    Seu trabalho será agora "convencê-los a pagar alguns reais para assistir ao resto do conteúdo que nós vamos disponibilizar".

    Ele projeta um catálogo extenso, com produções próprias do grupo, como a série "Além da Ilha" realizada pelo Multishow e mais popular, com o comediante Paulo Gustavo, junto àquelas que estão sendo adquiridas no exterior, como "The Good Doctor", destaque entre as séries lançadas em 2017 nos Estados Unidos.

    A ideia não é tirar séries da Globosat ou filmes do Telecine, que são empresas do mesmo grupo, mas contratar ou "produzir coisas novas".

    O consultor Guy Bisson, questionado sobre as perspectivas de êxito para essa transformação da Globoplay, disse que "tudo vai depender de conseguir as parcerias de conteúdo, em especial o acesso ao conteúdo local".

    Alertou que, em mercados europeus e outros, o primeiro serviço a fazer alguma sombra para a Netflix tem sido mesmo a Amazon. E que ambas têm priorizado conteúdo local para se destacarem.

    "O Brasil tem sido um dos principais campos para o que vem sendo chamado de globalização localizada: produzir conteúdo em língua local, mas com apelo global", a ser usado também em outros mercados, com sucesso.

    Por outro lado, sublinhou Bisson, a disputa crescente e o fenômeno do empilhamento, tanto com a Amazon quanto com os serviços nacionais, têm forçado a Netflix a rejuvenescer o seu catálogo. No Brasil, hoje, mais de metade dos títulos oferecidos pela plataforma tem menos de dois anos.

    Em geral um defensor de coproduções entre as TVs locais e os dois serviços multinacionais, como faz a BBC, ele diz que o caso da Globo, que há sete anos se recusa a licenciar conteúdo, é exceção -- e pode ajudar agora, quando ela parte para o confronto com a Netflix e a Amazon.


    [Folha de S.Paulo]


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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 20/09/2018 às 07:39
    Autor: Phoenix60 Offline

    Netflix corre o risco de perder 25% dos
    assinantes se começar a exibir comerciais


    Um a cada quatro assinantes da Netflix nos Estados Unidos irá largar a plataforma caso ela comece a exibir comerciais. É o que aponta uma pesquisa feita pelo instituto Hub Entertainment. A notícia é um alerta para a gigante do streaming, que há um mês passou a mostrar trailers de atrações do próprio serviço entre episódios de seus programas.

    Em números absolutos, o potencial de perda da Netflix seria de 14 milhões de um total de 57,4 milhões de assinantes nos EUA. Metade dos clientes da plataforma disseram no levantamento da Hub que iriam analisar com carinho se cancelaria o streaming. Outros 25% demonstram fidelidade à plataforma.

    "Eu acho que há maneiras de encontrar uma solução para que eles [Netflix] mantenham o máximo de clientes possíveis [com a exibição de anúncios]", falou Jon Giegengack, diretor do Hub, em entrevista para o site AdWeek. "Mas, mesmo que eles diminuam o preço da assinatura em conjunto com a introdução de propagandas, muitas pessoas vão abandonar o serviço."

    Giegengack observou que a gigante do streaming precisa ficar atenta a esses dados, pois "não é fácil tirar algo das pessoas [ver programas sem comerciais], uma vez que elas já estão acostumadas com isso".

    Realizada em agosto, a pesquisa ouviu 1.612 norte-americanos, entre 16 e 74 anos, que assistem pelo menos uma hora de TV por semana.


    Dinheiro não nasce em árvore

    De acordo com a revista Variety, a Netflix deve fechar o ano com mais de 700 atrações lançadas, o que provocará um desfalque de US$ 12 bilhões (R$ 49,7 bilhões) aos cofres da empresa, US$ 4 bilhões (R$ 16,5 milhões) a mais do que o previsto anteriormente.

    Todo esse dinheiro precisa sair de algum lugar. Além do valor arrecadado com assinaturas, a Netflix adota a estratégia do marketing indireto para inflar o caixa. Esse plano consiste em apresentar marcas famosas dentro de séries. Cartão de visita do serviço, House of Cards é uma das que mais abusa desse recurso. Somente na quinta temporada, a mais recente, 15 marcas apareceram no vídeo.

    Enquanto Coca-Cola e KFC foram destaques em Stranger Things, os salgadinhos Cheetos marcaram presença em Orange Is the New Black. Há algumas experiências absurdas, como o merchan de uma empresa de cruzeiros no filme Tal Pai, Tal Filha.

    Por outro lado, existem exemplos interessantes, que mostram o potencial dessa propaganda disfarçada. Uma garrafinha de Yakult apareceu rapidamente no filme Para Todos os Garotos que Já Amei (2018), sucesso entre os jovens.

    O resultado foi que as ações da empresa japonesa subiram e o produto sumiu das prateleiras dos supermercados americanos. Yakult e Netflix negam que a ação tenha sido proposital.


    [Notícias da TV]


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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 20/09/2018 às 07:42
    Autor: Phoenix60 Offline

    Globosat Play lança app para Apple TV

    O Globosat Play acaba de lançar seu aplicativo para a Apple TV, que disponibiliza acesso à programação ao vivo dos canais Globosat, e também oferece a oportunidade de rever às atrações exibidas na TV. Com o app para o console da Apple, os assinantes dos canais Globosat têm acesso a mais de 10 mil horas de atrações exibidas pelos canais SporTV, GloboNews, GNT, Multishow, VIVA, BIS, Mais Globosat, Gloob, OFF, Canal Brasil, Gloobinho, Universal TV, Studio Universal, SYFY e Megapix.

    Um dos destaques do app é a navegação simplificada da programação NO AR, que permite a rápida escolha dos canais ao vivo, garantindo a imersão do usuário. É possível ainda explorar o conteúdo VOD (sob demanda) de todos os canais, com catch-up das atrações, disponibilizadas logo depois de sua exibição na TV.

    Anteriormente, os usuários do Globosat Play já tinham a opção de espelhar o conteúdo do app para dispositivos móveis na Apple TV. O novo app, no entanto, oferece uma experiência mais confortável e com mais recursos. O aplicativo está disponível para as Apple TVs a partir da 4ª geração.

    Atualmente o Globosat Play oferece apps para iPhones, iPads, tablets e smartphones Android e também para smart TVs da Samsung, LG, Sony, Philips e Panasonic. Também é possível espelhar o conteúdo do app em TVs através do Chromecast (recurso disponível para iOS e Android).

    O Globosat Play está disponível gratuitamente para todos os clientes das operadoras de TV por assinatura parceiras (NET, SKY, Claro TV, Oi TV, Vivo TV, Algar Telecom, ROMA Cabo, Multiplay, Conecta e TV Alphaville) que possuam pelo menos um canal Globosat em seu pacote.


    [Tela Viva]


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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 20/09/2018 às 08:03
    Autor: joelmeloneto Offline

    Valeu Phoenix, pelas notícias, só acho que o título do post poderia ser mudado para: "Notícias de Streaming".

    #Ficaadica

  • aapc01

    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 20/09/2018 às 10:49
    Autor: aapc01 Offline

    a netflix está de parabéns

    enquanto telecine play não roda mais em nenhum celular meu, nem no tablet, a netflix funciona redondo mesmo com uma internet ruim ou internet do celular...

    a empresa investiu para crescer, consegue atender a todos os gostos e exigências, mesmo sendo uma empresa americana que odeia intervenção (como toda empresa americana), continua com esse movimento.

    enquanto isso, empresas brasileiras fornecem um serviço "sujo" que não permite que se aproveite o serviço a qual tem direito.

    lembro que qualquer empresa brasileira de streaming poderia fazer os investimentos necessários para uma transmissão satisfatória mas ...

    (3ª tentativa... isso está diário independente da hora...)

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 25/09/2018 às 08:50
    Autor: Phoenix60 Offline

    Nao estou conseguindo postar uma noticia aqui DESDE ONTEM...

    Aparentemente, alguma string-texto na noticia está causando isso, porque nos outros topicos estou conseguindo escrever, so nesse está dando erro seguido de erro... :-/

    ===============
    Microsoft OLE DB Provider for SQL Server error 80040e57

    String or binary data would be truncated.

    /talktv/postar.asp, line 146
    ===============
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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 25/09/2018 às 09:02
    Autor: Phoenix60 Offline

    Maior parte dos assinantes Netflix também assina TV paga, diz pesquisa

    Embora a base de assinantes de serviços de vídeo OTT esteja em crescimento acelerado, seu impacto na TV por assinatura não é proporcional. Nos casos em que há mudança de um serviço para o outro, o preço é apontado como um dos fatores determinantes, o que sugere que a troca, quando existe, se dê entre os mais afetados pela recessão econômica.

    É o que mostra uma pesquisa da CVA Solutions, realizada em julho de 2018. A oferta de pacotes quadruple play é uma das iniciativas que ajudam as operadoras a manter seus clientes, diz o levantamento. Os dados, no entanto, se restringem aos clientes de operadoras de celular, meio pelo qual a pesquisa foi feita, apresentando algumas distorções em relação à realidade apontada por números oficiais.

    A penetração do serviço de TV por assinatura entre os 7 mil entrevistados na pesquisa é de quase 60% (4.174 pessoas), enquanto os dados da Anatel (que não incluem os serviços OTT) apontam uma penetração que flutua em torno dos 26% dos domicílios. Não foram apresentados detalhes sobre a distribuição geográfica nem sócio-econômica dos entrevistados, o que também pode influenciar nos resultados.

    O estudo - que aborda a percepção de valor nos combos de banda larga, TV por assinatura e telefone fixo - aponta que os contratos apenas para Internet em residência subiram de 21,4%, em 2015, para quase 35% em 2018 entre os 7 mil entrevistados.

    Ao mesmo tempo, o percentual de assinantes somente de Netflix (sem um serviço de TV por assinatura) aumentou 7 pontos percentuais entre os ouvidos pelo estudo, de 8% em 2017, para 15% dos entrevistados em 2018. A base total do serviço OTT entre os entrevistados é de 49%. Ou seja, de todos os entrevistados, 34% assinam TV paga e Netflix simultaneamente.

    Vale salientar que mais da metade dos assinantes apenas de Netflix (51%) são os chamados cord nevers - ou seja, nunca assinaram um serviço de televisão. Diante do cenário de recessão econômica, quase 10% de todos os que têm TV por assinatura afirmam que pretendem cancelar o serviço nos próximos seis meses e ficar apenas com a opção do Netflix, segundo as entrevistas feitas pela CVA. Os motivos para essa decisão são o preço, liberdade de horário, ausência de propaganda, além de grande variedade de conteúdo.

    A base apenas de assinantes TV por assinatura (sem o serviço OTT) passou de 42% no levantamento anterior da mesma pesquisa para para 25%, o que sugere a complementariedade dos serviços para a maior parte dos assinantes.

    Os filmes e séries são os principais programas para quem assiste TV por assinatura, seguido com menor intensidade por notícias, documentários e esportes. Das pessoas que têm TV por assinatura, 82% assistem filmes nos canais pagos, 42% pelo Netflix, 19% pelo Youtube e 19% na TV aberta.

    Os usuários de jogos online também cresceram entre 2017 e 2018: de 43,7% para 48,7%. Na mesma tendência, outros usos da banda larga residencial aumentaram, como comprar online, baixar músicas e assistir filmes.

    De acordo com levantamento, o telefone fixo sofre um impacto maior na evolução das plataformas OTT. Quase 30% dos entrevistados já cortaram o fixo e 20% nunca tiveram telefone fixo.


    Combo

    Segundo o levantamento da CVA, as operadoras estão reagindo a estas tendências e intensificando a venda do combo de quatro produtos (telefone celular, banda larga, TV por assinatura e telefone fixo), para fidelizar os clientes e manter os concorrentes fora desses domicílios.

    De acordo com o estudo, os consumidores também deram notas melhores para os serviços de telecom do que nos anos anteriores. Mesmo assim, o número de insatisfeitos que querem mudar de operadora aumenta: 75% mudaria de provedor de banda larga, 67% mudaria de provedor de TV paga e 69% mudariam de marca de provedor de telefonia fixa, em busca de custos menores.

    Embora estejam melhores em relação aos levantamentos realizados nos anos anteriores, as notas dos três serviços pesquisados ainda estão ruins. Internet Banda Larga está na 41ª posição, com nota 7,18, sendo que era de 6,84 em 2017. TV por assinatura está na 42ª posição, com nota 7,15, praticamente igual ao ano passado. Já a telefonia fixa, com nota 7,00, fica na 44ª posição, à frente apenas de bancos, planos de saúde e PVA (satisfação profissional), nota 6,28.

    A escala de notas do estudo varia de 1 a 10, sendo que os líderes em avaliação compreendem produtos da linha branca, microondas (nota 8,87), varejo online (8,72), refrigeradores (8,67) e lavadoras de roupa (8,62).


    TV por assinatura

    Foram ouvidas 4.174 pessoas sobre TV por assinatura, que citaram ser clientes de praticamente todas as grandes operadoras.

    A média de gasto mensal com TV paga diminuiu em relação a 2017 (de R$ 145 para R$ 144), segundo a pesquisa. Dentre os entrevistados, 67,2% querem mudar de operadora, número superior a 2017, quando eram 61,4% afirmavam o mesmo. Questionados sobre qual operadora escolheria, 5,4% afirmaram que pretendem cancelar o serviço de TV por assinatura.

    Em valor percebido (custo-benefício percebido pelos clientes) a Claro conquistou a primeira colocação, com índice 1,03, seguida pela Vivo TV, Sky e Oi TV.

    Neste ano a CVA Solutions avaliou também a percepção de Valor Percebido dos consumidores para a Netflix. E o resultado foi que o Valor Percebido da Netflix é melhor que o das operadoras de TV por assinatura (tanto em custo como em benefícios). O Valor Percebido de quem tem Netflix é 1,16, segundo o levantamento.

    A operadora que detém a maior Força da Marca (a atração menos rejeição perante clientes e não clientes) em TV por assinatura continua sendo a Sky (com 22%). Na segunda colocação está a Net, seguida por Vivo TV e Claro TV.


    Banda larga

    O número de lares que possuem contratos somente para o serviço de banda larga subiu de 29,4% para 34,9%, na amostragem da CVA, que ouviu 4.165 pessoas que citaram serem clientes de Net, Oi, Vivo-Telefonica, Vivo Fibra, Claro, Live TIM, Sky Banda Larga, CTBC-Algar.

    A velocidade média contratada vem aumentando e atualmente é de 15,3 Mbps, três vezes maior do que em 2013. Mais de 60% têm velocidade entre 5 e 50 Mbps, 10 pontos percentuais a mais do que em 2017. A média de gastos com internet está estável em relação a 2017 e menor do que em 2013, revelando custos menores.

    As pessoas estão mais satisfeitas com a qualidade do serviço recebido pelas operadoras de Internet. Mas mesmo assim, se fosse fácil e descomplicado, 75% gostariam de mudar de marca, número superior a 2017, quando 66,9% queriam mudar.

    O melhor Valor Percebido (custo-benefício percebido pelos clientes) para Internet Banda Larga é da Claro, com nota 1,13, considerada world class. Em segundo lugar está a Live Tim, seguida por Vivo Fibra.

    A operadora com a maior Força da Marca (a atração menos rejeição perante clientes e não clientes) é a Net, com 19,7%. Em segundo lugar vem a Vivo Fibra.


    Telefonia fixa

    O estudo para telefonia fixa ouviu 3.474 pessoas, que citaram as marcas Vivo Telefonica, Oi, NET, Claro, TIM, Embratel, CTBC-Algar.

    Dentre os entrevistados, 69% querem mudar de marca, número superior da 2017, quando eram 65%. E mais entrevistados dizem que vão cancelar o telefone fixo: 7,3%, contra 6,7% em 2017.

    O telefone fixo está sendo considerado dispensável pelos entrevistados: 29,3% já tiveram e já cancelaram e 20,4% nunca tiveram um telefone fixo.

    Em valor percebido (custo-benefício percebido pelos clientes) a Claro é a primeira colocada com nota 1,13 (world class), seguida pela Embratel, TIM e CTBC-Algar.

    Em Força da Marca (a atração menos rejeição perante clientes e não clientes) a Vivo/Telefonica tem o primeiro lugar com 20,5%. Na segunda colocação está a Net, seguida pela Claro e TIM.


    [Tela Viva]


    [32a. tentativa... hoje está bom]

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 25/09/2018 às 09:04
    Autor: Phoenix60 Offline

    Globoplay planeja estrear 100 novos títulos até o fim do ano

    Além de Assédio, feita pela Globo e O2,
    plataforma também terá mais produções
    internacionais, como House e Killing Eve


    No dia 27 de agosto, a Globo exibiu, na Tela Quente, os dois primeiros episódios de The Good Doctor, série que fez bastante sucesso no canal ABC, nos Estados Unidos. A escolha do produto tinha o objetivo de divulgar que aquela era a primeira obra internacional a entrar no cardápio do GloboPlay, sinalizando que a plataforma entrava em um novo momento.

    Criada para distribuir o conteúdo da Globo em outras mídias, a plataforma agora quer incrementar as opções oferecidas aos assinantes. "Teremos, entre conteúdo nacional e internacional, cerca de 100 novos títulos até o final do ano, dentre eles House e Killing Eve. Vem muita novidade nos próximos meses", promete João Mesquita, CEO do GloboPlay.

    No início de agosto, quando participou do Fórum Pay TV, Mesquita já havia adiantado que o GloboPlay abrigaria outros conteúdos além das novelas, séries, programas e produções da Globo. A proposta do grupo é tornar a plataforma um serviço robusto de conteúdo, tal como a Netflix. Nessa missão, a Globo tem a seu favor o fato de poder usar a TV aberta como vitrine para muitas das obras que pretende oferecer na plataforma.

    "O Globoplay é a plataforma de streaming do Grupo Globo, que é uma das maiores produtoras de conteúdo do mundo. É uma tendência mundial que as produtoras de conteúdo tenham suas próprias plataformas digitais. Todo o conteúdo realizado pelos Estúdios Globo, incluindo toda a programação da TV Globo, terá sempre lugar na plataforma. E, por outro lado, este novo foco na plataforma de streaming permite produzir muito mais conteúdos que serão exclusivos do GloboPlay", explica Mesquita.

    Além das produções internacionais, também devem ganhar mais peso as obras criadas especialmente para a plataforma - ou que terão o GloboPlay como primeira janela, estreando na TV posteriormente. É o caso de "Assédio", nova série coproduzida entre a Globo e a O2, inspirada nos crimes do médico Roger Abdelmassih. Todos os episódios estarão disponíveis no GloboPlay e, por enquanto, não têm previsão de estreia na TV aberta.

    Com o incremento de novos conteúdos nacionais e internacionais, o preço da assinatura do GloboPlay também pode ter mudanças, segundo o CEO. Atualmente, o assinante paga o valor de R$ 18,90 para ter acesso a todo o acervo da plataforma. "Somos e seremos o serviço com mais alcance no Brasil e com isso manteremos uma boa relação custo benefício entre o conteúdo oferecido e o investimento do assinante. Neste momento estamos investindo pesado em conteúdo original e internacional, então é natural que futuramente o valor da assinatura possa sofrer algum ajuste", destaca.


    [Meio & Mensagem]

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 26/09/2018 às 08:00
    Autor: Phoenix60 Offline

    YouTube entra na disputa pelo mercado de streaming no Brasil

    Youtube Premium e Youtube Music
    estão disponíveis para Android
    e IOS desde terça-feira, 25/09.


    O YouTube lançou nesta terça-feira (25) os serviços YouTube Music e YouTube Premium no Brasil. As duas plataformas entram na disputa pelo mercado de streaming no país, serviço atualmente liderado pela Netflix.

    Adaptadas ao mercado brasileiro, as plataformas vão concorrer diretamente com Spotify e Netflix respectivamente.

    Originalmente batizado de YouTube Red, o serviço de conteúdo em vídeo foi criado nos Estados Unidos em maio 2015, a partir do antigo Music Key. Em maio deste ano o serviço passou a ter o nome Youtube Premium, oferecendo streaming sem propagandas de todo o material hospedado no YouTube, além de downloads, reproduções offline e em segundo plano de seus vídeos e playlists cadastrados.

    O Brasil será o 22º país do mundo a receber a novidade.

    O pacote chega ao Brasil oferecendo também o serviço do YouTube Music, que poderá ser assinado juntamente com a versão Premium ou separadamente.

    A plataforma Music disponibilizará cerca de 7.000 playlists com possibilidade de personalização, e que terão seus materiais distribuídos livremente em formato digital.

    Além dos formatos em áudio, os artistas poderão apresentar vídeos exclusivos, shows ao vivo, remixes e até mesmo uma rádio pessoal, que trará versões inéditas de canções e trabalhos paralelos de cada músico.

    Todos os usuários do Google Play Música também receberão automaticamente a assinatura do YouTube Music.

    O pacote também permitirá acesso à lista completa de filmes do YouTube Original, que inclui as séries "Impulse", "F2 Finding Football" e "Cobra Kai", seriado baseado em "Karate Kid" que, na estreia, em maio deste ano, chegou a superar a demanda de séries populares como "13 Reasons Why", da Netflix.

    Na época de seu lançamento, a plataforma trazia apenas músicas sem propaganda, e os serviços de vídeo eram restritos. Depoisque começou a se chamar Premium, ela também passou a oferecer o acesso livre a qualquer tipo de vídeo, além dos serviços YouTube Gaming e YouTube Kids -- com conteúdo exclusivo para crianças -- também disponibilizado no Brasil.

    Segundo a Panorama Mobile Time, em pesquisa realizada em julho deste ano, um terço dos brasileiros usuários de smartphones assina algum tipo de serviço de streaming e dá preferência ao Deezer, Spotify ou Netflix.

    O YouTube Premium, que inclui Music e Original, tem a pretensão de quebrar esse oligopólio, custa R$ 20,90 por mês e pode ser adquirido para IOS ou Android.


    [Folha de São Paulo, Meio & Mensagem]



    .

  • aapc01

    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 28/09/2018 às 17:48
    Autor: aapc01 Offline

    o Spotfy está começando a verificar, questionar e bloquear os clientes com plano família onde o assinante partilha a senha com amigos.

    aqui é feito por muitos assinantes principalmente da sky.

    o spotfy informa que está claro no contrato do serviço que o plano família vale para até 5 acessos que morem no mesmo endereço. estão verificando por gps a localização

    as mensagens ainda estão sendo mandadas para um grupo limitado nos eua e europa.

    Clique aqui

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 28/09/2018 às 21:15
    Autor: r2reis Offline

    Se a moda pegasse por aqui... Mas não interessa.

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 01/10/2018 às 18:45
    Autor: Phoenix60 Offline

    Record TV fecha parceria com a Disney para transmissão no PlayPlus

    A Record TV fechou parceria com a Disney.

    O PlayPlus, recém-anunciado serviço de streaming do grupo Record, contará com um reforço de peso para conquistar a atenção (e o dinheiro) do público brasileiro. A empresa revelou que fechou um acordo com a Disney para transmitir o conteúdo dos canais da casa do Mickey em sua plataforma online.

    Tal anúncio chega após a Disney não renovar a parceria que tinha com o SBT e firmar acordo com a Record para a transmissão dos desenhos dos canais Disney Channel, Disney XD e Disney Junior tanto na TV aberta quanto no PlayPlus. O serviço de streaming transmitirá todo o conteúdo dos canais Disney citados em live, sem programação on demand.

    De acordo com o Notícias da TV, o PlayPlus terá os programas dos canais fechados e os assinantes poderão escolher quais desejam assistir.

    Os planos variam entre R$ 12,90 e R$ 32,80 mensais.


    PlayPlus fortalece com conteúdos da Disney

    A parceria da Record TV com a Disney fortalece ainda mais o seu canal na internet, uma opção entre serviços como a Netflix e o Globo Play.

    Além das principais séries da franquia, como Mickey - Aventuras Sobre Rodas e A Guarda do Leão, o serviço ainda possui outros complementos.

    Assim como a Disney, a emissora exibe conteúdos da Playkids, Fish TV, SuperToons e Jacarelvis, bem como toda a programação da Record TV.

    De acordo com Antonio Guerreiro, responsável pelo setor de estratégias multiplataforma do canal, a ideia é fazer frente às concorrentes.

    "Entendemos que há sim um espaço para um novo player que seja um shopping de streaming e de conteúdo on demand. É isso que o PlayPlus se propõe a ser", revelou.


    Serviços de streaming crescem no país

    A popularização do PlayPlus alimenta o mercado de streaming no país. Com o investimento da Record TV nessa plataforma, o público tem mais uma alternativa além das telinhas.

    A Globo também está apostando cada vez mais nesse serviço. O Globo Play já possui um sistema bem parecido com o da Netflix, com 7 dias gratuitos para testes e um plano de assinatura acessível para o público.

    No canal online, todo o conteúdo da emissora está disponível, assim como séries inéditas, como Assédio.


    [Observatorio da TV, Tecmundo]

    .

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 01/10/2018 às 18:48
    Autor: Phoenix60 Offline

    Com 20 modalidades esportivas, internet supera TV em transmissões ao vivo

    Só cinco esportes têm torneios
    exibidos com regularidade no
    Brasil na TV aberta ou fechada

    O torcedor brasileiro que se acostumou a assistir às principais competições de seus esportes favoritos pela televisão está sendo obrigado a mudar seus hábitos.

    Em um movimento que reflete a alteração na forma de distribuição de conteúdo, não são poucas as modalidades que têm seus campeonatos transmitidos só na internet.

    Atualmente, é possível acompanhar regularmente e ao vivo competições internacionais ou nacionais de 20 esportes olímpicos, incluindo o futebol, pela internet e de forma gratuita, em computadores ou smartphones.

    Na TV aberta, a oferta se restringe a dois esportes: o futebol, com transmissão na TV Globo de campeonatos nacionais e na RedeTV! do Campeonato Inglês, e o basquete, com transmissão da Band do NBB, principal torneio masculino da modalidade no Brasil.

    Mesmo se contabilizados os canais de TV paga, a oferta de transmissões regulares não supera cinco modalidades: vôlei, tênis e natação, além de futebol e basquete.

    Não foram levadas em consideração no levantamento transmissões pontuais, como, por exemplo, as finais do Mundial de Canoagem Velocidade, transmitidas pelo SporTV.

    A internet abre a possibilidade para que esportes historicamente sem espaço nas grades de programação, como pentatlo moderno ou badminton, sejam exibidos ao vivo. Mas não é só isso. Mesmo alguns torneios de futebol estão migrando para o streaming.

    "Trata-se de uma realidade concreta e que deve se intensificar nos próximos anos. A tendência da migração desta mídia tradicional para plataformas na internet e em redes sociais está se dando de uma forma muito acelerada", diz Anderson Gurgel, professor de marketing esportivo da Universidade Mackenzie.

    O impasse na venda de direitos de transmissão de importantes competições do futebol internacional ajudou a popularizar o streaming entre os torcedores brasileiros.

    Com o encerramento das atividades do canal Esporte Interativo pela Turner, algumas partidas da Liga dos Campeões da Europa -- principal evento esportivo da emissora -- estão sendo transmitidas no Facebook do canal. Outros jogos do torneio são exibidos nos canais TNT e Space, que pertencem à Turner.

    "O Esporte Interativo fez essa mudança entendendo que é o caminho para o futuro das transmissões esportivas. Nós não fazemos apenas simulcast [espelhar a transmissão simultânea à da TV], como já existe no mercado brasileiro, mas também transmissões exclusivas para as plataformas digitais", diz Fabio Medeiros, diretor de esportes da Turner.

    Os fãs do português Cristiano Ronaldo também precisam recorrer à internet para acompanhar os seus jogos pela Juventus, já que nenhum canal nacional de TV aberta ou fechada transmite o campeonato Italiano.

    "Quando ganhamos os direitos de transmissão [do Italiano], deixamos claro que queríamos lançar um serviço de streaming OTT [over the top, sem a participação de outros distribuidores] para garantir que o Italiano fosse visto pelo maior público possível", diz Felix Alvarez-Garmon, vice-presidente sênior da IMG para o Brasil e América Latina.

    A empresa lançou uma plataforma para exibir o Italiano na internet. As assinaturas custam R$ 35 (mensal) e R$ 232 (anual) para acompanhar todas as partidas.

    "Streaming é o caminho a ser seguido e há muito investimento sendo feito em conectividade pelas empresas de telecomunicações. O Facebook irá transmitir a Champions League e as emissoras tradicionais no Brasil também estão buscando alternativas OTT", diz o executivo da IMG.

    Até as empresas de mídia tradicional enxergam o streaming como uma ótima estratégia de negócios.

    Dona dos direitos do Campeonato Espanhol no Brasil, a Fox tem usado seu novo canal Premium, disponível em pacotes de TV por assinatura e na internet, para transmitir as partidas dos gigantes Barcelona e Real Madrid.

    Esse serviço também pode ser adquirido sem a necessidade da pessoa assinar um plano com alguma operadora. A assinatura mensal custa R$ 35,90, feita diretamente na conta da Apple ou Google.

    "O Premium nasceu dentro da TV por assinatura como canais à la carte. Para incrementar a oferta, colocamos o Espanhol. Isso faz com que os assinantes tenham um serviço melhor e que mais gente possa se interessar em assiná-lo", afirma Michel Piestun, diretor geral da Fox Networks Group no Brasil.

    A chegada destes serviços especiais, porém, foi criticada por alguns espectadores, acostumados a ver os jogos pelos canais esportivos que eles já assinavam, sem precisar pagar a mais por isso.

    "A resposta tem sido boa, tanto que ocorreu um aumento de assinaturas no Premium. Há algumas reações negativas do consumidor, mas já diminuíram muito", pondera Piestun. "Consideramos o preço justo para uma das principais ligas de futebol do mundo, com alguns dos melhores jogadores do planeta", diz Felix Alvarez-Garmon, da IMG.

    A estratégia de cobrar pelo streaming também existe para plataformas criadas por algumas modalidades, como tênis, basquete, hipismo e natação.

    A ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), por exemplo, vende o plano mais barato de assinatura de sua plataforma de streaming por US$ 14,99 (R$ 60,52) por mês. O risco é que ao cobrar pelo serviço, a modalidade acabe também afastando o público.

    "Claro que terá efeitos colaterais. A melhor comparação é com o nosso futebol, que passou de uma realidade com estádios antigos e ingressos baratos para novas arenas, com preços altos, o que elitizou as arquibancadas", comparou o professor Anderson Gurgel.

    O cardápio de opções não se resume apenas a competições internacionais. No ar desde março, a TV NSports já realizou mais de 100 transmissões esportivas de eventos nacionais de basquete, handebol, vôlei e tênis, além de partidas da Liga Futsal e competições universitárias.

    "Estamos bem felizes com a audiência e número de cadastros dos primeiros 6 meses de operação. O número de usuários mostra que há uma demanda reprimida por transmissões ao vivo. O foco atual é ampliar o número de modalidades, ainda com transmissão gratuita nos primeiros anos", diz Guilherme Figueiredo, diretor executivo da TV NSports, que segundo ele já conta com mais de 130 mil inscritos.


    [Folha de S.Paulo]

    .

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 04/10/2018 às 03:37
    Autor: Phoenix60 Offline

    Spotify pede localização de usuários
    para fiscalizar o plano família


    A medida da empresa é provavelmente
    uma forma de evitar que amigos com-
    partilhem um plano família; muitos
    usuários estão criticando a postura
    do Spotify, alegando que nem todas
    as famílias moram juntas na mesma
    casa


    O Spotify começou a fiscalizar os amigos que dividem o plano família do serviço. A plataforma de streaming de música está enviando email para alguns usuários que têm o plano, solicitando a localização do GPS, para confirmar se as pessoas que dividem o plano família moram no mesmo lugar. A informação é do site Quartz.

    Segundo a reportagem, quem não confirmar o endereço da residência pode perder o acesso ao plano. O email foi enviado para um número limitado de assinantes, concentrados nos Estados Unidos e na Alemanha.

    A medida da empresa é provavelmente uma forma de evitar que amigos compartilhem um plano família -- com o plano, eles gastam bem menos do que gastariam na assinatura individual. Até então, o Spotify não tinha nenhum recurso de verificação de endereço.

    Entretanto, muitos usuários estão criticando a postura do Spotify, alegando que nem todas as famílias moram juntas na mesma casa. Mas a especificação do plano família do Spotify diz que a assinatura está disponível para "uma e até cinco pessoas que moram no mesmo endereço".

    Segundo o site Billboard, cerca de metade dos assinantes de serviços de streaming no mundo, incluindo os rivais do Spotify, usam os planos de família, porque eles são vantajosos financeiramente - o grupo de seis pessoas paga aproximadamente 75% menos do que pagariam assinando o plano individual.

    Em resposta, o Spotify afirmou ao site The Verge: "Estamos testando formas de melhorar a experiência do usuário no plano premium para família com pequenos grupos de usuários em mercados selecionados. Estamos sempre testando novos produtos e experiências no Spotify, mas não temos mais novidades para compartilhar sobre esse teste de recurso neste momento."


    [O Estado de S. Paulo - Link]

    .

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 04/10/2018 às 03:42
    Autor: Phoenix60 Offline

    Com 20 modalidades esportivas, internet
    supera TV em transmissões ao vivo


    Só cinco esportes têm torneios
    exibidos com regularidade no
    Brasil na TV aberta ou fechada

    O torcedor brasileiro que se acostumou a assistir às principais competições de seus esportes favoritos pela televisão está sendo obrigado a mudar seus hábitos.

    Em um movimento que reflete a alteração na forma de distribuição de conteúdo, não são poucas as modalidades que têm seus campeonatos transmitidos só na internet.

    Atualmente, é possível acompanhar regularmente e ao vivo competições internacionais ou nacionais de 20 esportes olímpicos, incluindo o futebol, pela internet e de forma gratuita, em computadores ou smartphones.

    Na TV aberta, a oferta se restringe a dois esportes: o futebol, com transmissão na TV Globo de campeonatos nacionais e na RedeTV! do Campeonato Inglês, e o basquete, com transmissão da Band do NBB, principal torneio masculino da modalidade no Brasil.

    Mesmo se contabilizados os canais de TV paga, a oferta de transmissões regulares não supera cinco modalidades: vôlei, tênis e natação, além de futebol e basquete.

    Não foram levadas em consideração no levantamento transmissões pontuais, como, por exemplo, as finais do Mundial de Canoagem Velocidade, transmitidas pelo SporTV.

    A internet abre a possibilidade para que esportes historicamente sem espaço nas grades de programação, como pentatlo moderno ou badminton, sejam exibidos ao vivo. Mas não é só isso. Mesmo alguns torneios de futebol estão migrando para o streaming.

    "Trata-se de uma realidade concreta e que deve se intensificar nos próximos anos. A tendência da migração desta mídia tradicional para plataformas na internet e em redes sociais está se dando de uma forma muito acelerada", diz Anderson Gurgel, professor de marketing esportivo da Universidade Mackenzie.

    O impasse na venda de direitos de transmissão de importantes competições do futebol internacional ajudou a popularizar o streaming entre os torcedores brasileiros.

    Com o encerramento das atividades do canal Esporte Interativo pela Turner, algumas partidas da Liga dos Campeões da Europa -- principal evento esportivo da emissora -- estão sendo transmitidas no Facebook do canal. Outros jogos do torneio são exibidos nos canais TNT e Space, que pertencem à Turner.

    "O Esporte Interativo fez essa mudança entendendo que é o caminho para o futuro das transmissões esportivas. Nós não fazemos apenas simulcast [espelhar a transmissão simultânea à da TV], como já existe no mercado brasileiro, mas também transmissões exclusivas para as plataformas digitais", diz Fabio Medeiros, diretor de esportes da Turner.

    Os fãs do português Cristiano Ronaldo também precisam recorrer à internet para acompanhar os seus jogos pela Juventus, já que nenhum canal nacional de TV aberta ou fechada transmite o campeonato italiano.

    "Quando ganhamos os direitos de transmissão [do Italiano], deixamos claro que queríamos lançar um serviço de streaming OTT [over the top, sem a participação de outros distribuidores] para garantir que o Italiano fosse visto pelo maior público possível", diz Felix Alvarez-Garmon, vice-presidente sênior da IMG para o Brasil e América Latina.

    A empresa lançou uma plataforma para exibir o Italiano na internet. As assinaturas custam R$ 35 (mensal) e R$ 232 (anual) para acompanhar todas as partidas.

    "Streaming é o caminho a ser seguido e há muito investimento sendo feito em conectividade pelas empresas de telecomunicações. O Facebook irá transmitir a Champions League e as emissoras tradicionais no Brasil também estão buscando alternativas OTT", diz o executivo da IMG.

    Até as empresas de mídia tradicional enxergam o streaming como uma ótima estratégia de negócios.

    Dona dos direitos do Campeonato Espanhol no Brasil, a Fox tem usado seu novo canal Premium, disponível em pacotes de TV por assinatura e na internet, para transmitir as partidas dos gigantes Barcelona e Real Madrid.

    Esse serviço também pode ser adquirido sem a necessidade da pessoa assinar um plano com alguma operadora. A assinatura mensal custa R$ 35,90, feita diretamente na conta da Apple ou Google.

    "O Premium nasceu dentro da TV por assinatura como canais à la carte. Para incrementar a oferta, colocamos o Espanhol. Isso faz com que os assinantes tenham um serviço melhor e que mais gente possa se interessar em assiná-lo", afirma Michel Piestun, diretor geral da Fox Networks Group no Brasil.

    A chegada destes serviços especiais, porém, foi criticada por alguns espectadores, acostumados a ver os jogos pelos canais esportivos que eles já assinavam, sem precisar pagar a mais por isso.

    "A resposta tem sido boa, tanto que ocorreu um aumento de assinaturas no Premium. Há algumas reações negativas do consumidor, mas já diminuíram muito", pondera Piestun. "Consideramos o preço justo para uma das principais ligas de futebol do mundo, com alguns dos melhores jogadores do planeta", diz Felix Alvarez-Garmon, da IMG.

    A estratégia de cobrar pelo streaming também existe para plataformas criadas por algumas modalidades, como tênis, basquete, hipismo e natação.

    A ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), por exemplo, vende o plano mais barato de assinatura de sua plataforma de streaming por US$ 14,99 (R$ 60,52) por mês. O risco é que ao cobrar pelo serviço, a modalidade acabe também afastando o público.

    "Claro que terá efeitos colaterais. A melhor comparação é com o nosso futebol, que passou de uma realidade com estádios antigos e ingressos baratos para novas arenas, com preços altos, o que elitizou as arquibancadas", comparou o professor Anderson Gurgel.

    O cardápio de opções não se resume apenas a competições internacionais. No ar desde março, a TV NSports já realizou mais de 100 transmissões esportivas de eventos nacionais de basquete, handebol, vôlei e tênis, além de partidas da Liga Futsal e competições universitárias.

    "Estamos bem felizes com a audiência e número de cadastros dos primeiros 6 meses de operação. O número de usuários mostra que há uma demanda reprimida por transmissões ao vivo. O foco atual é ampliar o número de modalidades, ainda com transmissão gratuita nos primeiros anos", diz Guilherme Figueiredo, diretor executivo da TV NSports, que segundo ele já conta com mais de 130 mil inscritos.


    [Folha de S.Paulo]

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 05/10/2018 às 09:10
    Autor: Phoenix60 Offline

    Com 20 modalidades esportivas, internet supera TV em transmissões ao vivo

    Só cinco esportes têm torneios
    exibidos com regularidade no
    Brasil na TV aberta ou fechada

    O torcedor brasileiro que se acostumou a assistir às principais competições de seus esportes favoritos pela televisão está sendo obrigado a mudar seus hábitos.

    Em um movimento que reflete a alteração na forma de distribuição de conteúdo, não são poucas as modalidades que têm seus campeonatos transmitidos só na internet.

    Atualmente, é possível acompanhar regularmente e ao vivo competições internacionais ou nacionais de 20 esportes olímpicos, incluindo o futebol, pela internet e de forma gratuita, em computadores ou smartphones.

    Na TV aberta, a oferta se restringe a dois esportes: o futebol, com transmissão na TV Globo de campeonatos nacionais e na RedeTV! do Campeonato Inglês, e o basquete, com transmissão da Band do NBB, principal torneio masculino da modalidade no Brasil.

    Mesmo se contabilizados os canais de TV paga, a oferta de transmissões regulares não supera cinco modalidades: vôlei, tênis e natação, além de futebol e basquete.

    Não foram levadas em consideração no levantamento transmissões pontuais, como, por exemplo, as finais do Mundial de Canoagem Velocidade, transmitidas pelo SporTV.

    A internet abre a possibilidade para que esportes historicamente sem espaço nas grades de programação, como pentatlo moderno ou badminton, sejam exibidos ao vivo. Mas não é só isso. Mesmo alguns torneios de futebol estão migrando para o streaming.

    "Trata-se de uma realidade concreta e que deve se intensificar nos próximos anos. A tendência da migração desta mídia tradicional para plataformas na internet e em redes sociais está se dando de uma forma muito acelerada", diz Anderson Gurgel, professor de marketing esportivo da Universidade Mackenzie.

    O impasse na venda de direitos de transmissão de importantes competições do futebol internacional ajudou a popularizar o streaming entre os torcedores brasileiros.

    Com o encerramento das atividades do canal Esporte Interativo pela Turner, algumas partidas da Liga dos Campeões da Europa -- principal evento esportivo da emissora -- estão sendo transmitidas no Facebook do canal. Outros jogos do torneio são exibidos nos canais TNT e Space, que pertencem à Turner.

    "O Esporte Interativo fez essa mudança entendendo que é o caminho para o futuro das transmissões esportivas. Nós não fazemos apenas simulcast [espelhar a transmissão simultânea à da TV], como já existe no mercado brasileiro, mas também transmissões exclusivas para as plataformas digitais", diz Fabio Medeiros, diretor de esportes da Turner.

    Os fãs do português Cristiano Ronaldo também precisam recorrer à internet para acompanhar os seus jogos pela Juventus, já que nenhum canal nacional de TV aberta ou fechada transmite o campeonato Italiano.

    "Quando ganhamos os direitos de transmissão [do Italiano], deixamos claro que queríamos lançar um serviço de streaming OTT [over the top, sem a participação de outros distribuidores] para garantir que o Italiano fosse visto pelo maior público possível", diz Felix Alvarez-Garmon, vice-presidente sênior da IMG para o Brasil e América Latina.

    A empresa lançou uma plataforma para exibir o Italiano na internet. As assinaturas custam R$ 35 (mensal) e R$ 232 (anual) para acompanhar todas as partidas.

    "Streaming é o caminho a ser seguido e há muito investimento sendo feito em conectividade pelas empresas de telecomunicações. O Facebook irá transmitir a Champions League e as emissoras tradicionais no Brasil também estão buscando alternativas OTT", diz o executivo da IMG.

    Até as empresas de mídia tradicional enxergam o streaming como uma ótima estratégia de negócios.

    Dona dos direitos do Campeonato Espanhol no Brasil, a Fox tem usado seu novo canal Premium, disponível em pacotes de TV por assinatura e na internet, para transmitir as partidas dos gigantes Barcelona e Real Madrid.

    Esse serviço também pode ser adquirido sem a necessidade da pessoa assinar um plano com alguma operadora. A assinatura mensal custa R$ 35,90, feita diretamente na conta da Apple ou Google.

    "O Premium nasceu dentro da TV por assinatura como canais à la carte. Para incrementar a oferta, colocamos o Espanhol. Isso faz com que os assinantes tenham um serviço melhor e que mais gente possa se interessar em assiná-lo", afirma Michel Piestun, diretor geral da Fox Networks Group no Brasil.

    A chegada destes serviços especiais, porém, foi criticada por alguns espectadores, acostumados a ver os jogos pelos canais esportivos que eles já assinavam, sem precisar pagar a mais por isso.

    "A resposta tem sido boa, tanto que ocorreu um aumento de assinaturas no Premium. Há algumas reações negativas do consumidor, mas já diminuíram muito", pondera Piestun. "Consideramos o preço justo para uma das principais ligas de futebol do mundo, com alguns dos melhores jogadores do planeta", diz Felix Alvarez-Garmon, da IMG.

    A estratégia de cobrar pelo streaming também existe para plataformas criadas por algumas modalidades, como tênis, basquete, hipismo e natação.

    A ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), por exemplo, vende o plano mais barato de assinatura de sua plataforma de streaming por US$ 14,99 (R$ 60,52) por mês. O risco é que ao cobrar pelo serviço, a modalidade acabe também afastando o público.

    "Claro que terá efeitos colaterais. A melhor comparação é com o nosso futebol, que passou de uma realidade com estádios antigos e ingressos baratos para novas arenas, com preços altos, o que elitizou as arquibancadas", comparou o professor Anderson Gurgel.

    O cardápio de opções não se resume apenas a competições internacionais. No ar desde março, a TV NSports já realizou mais de 100 transmissões esportivas de eventos nacionais de basquete, handebol, vôlei e tênis, além de partidas da Liga Futsal e competições universitárias.

    "Estamos bem felizes com a audiência e número de cadastros dos primeiros 6 meses de operação. O número de usuários mostra que há uma demanda reprimida por transmissões ao vivo. O foco atual é ampliar o número de modalidades, ainda com transmissão gratuita nos primeiros anos", diz Guilherme Figueiredo, diretor executivo da TV NSports, que segundo ele já conta com mais de 130 mil inscritos.


    [Folha de S.Paulo]

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 05/10/2018 às 09:56
    Autor: r2reis Offline

    Pra quê repetir pela terceira vez a mesma reportagem?



    .

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    Noticias da Netflix

    Operadora
    Postado em: 05/10/2018 às 10:15
    Autor: Phoenix60 Offline

    Em 05/10/2018, r2reis escreveu:
    Pra quê repetir pela terceira vez a mesma reportagem?



    Voce tem toda razao... Nao sei o que aconteceu, mas evidentemente foi um erro claro de falta de atencao.

    Peço desculpas. :(

    .

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